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Quais são os principais cuidados no caso de bebês prematuros?

Existem vários graus de prematuridade, dependendo da idade gestacional em que se dá o parto. Muitos deles necessitam assim que nascem de internação em UTI Neonatal, o que dificulta o estabelecimento do vínculo inicial com os pais, fundamental para a desenvolvimento global do bebê, além de tratar-se de um ambiente que não atende às necessidades do bebê para um desenvolvimento.

É um ambiente que atende às necessidades de sobrevivência, fundamental para muitos dos bebês, mas que deixa consequências que persistem até a vida adulta.

Alguns Bebês Prematuros podem apresentar Altas Complicações!

Outros bebês prematuros muitas vezes tem alta sem aparentar maiores complicações, como é o caso dos prematuros tardios ou termos precoces.

Porém, as pesquisas mostram que estes também apresentam sequelas de prematuridade que se manifestam em seu desenvolvimento de várias formas, em problemas de saúde (alergias, asma, problemas respiratórios, intolerâncias alimentares, dentre outros), motores, de linguagem, cognitivo e comportamentais.

Independente de quão prematuro seja o bebê, o principal cuidado, tão importante quanto os cuidados prestados na UTI neonatal que garantem sobrevivência de muitos destes bebês, são os cuidados e intervenções que facilitem e promovam o estabelecimento dos vínculos primordiais, fundamentais para o desenvolvimento do psiquismo e para a organização de todas os outros aspectos do desenvolvimento citados acima.

Para isso, o acolhimento e as orientações dadas aos pais e o trabalho em conjunto com os profissionais da UTI neonatal são fundamentais.

Puericultura Psicológica

Também é importante puericultura psicológica e consultas periódicas a uma equipe interdisciplinar, fundamentais para acompanhar o desenvolvimento do bebe, identificar precocemente qualquer sinal de dificuldade e oferecer aos pais o apoio que necessitem para exercer sua função parental e se apropriarem deste papel e do saber sobre seu filho.

No release está escrito que muitas dessas crianças podem sofrer problemas cognitivos e comportamentais.

Existe algo para evitar esses problemas futuros?

Sim, como disse acima, o cuidado com o estabelecimento do vínculo, a puericultura psicológica e o acompanhamento de uma equipe disciplinar são fundamentais para evitar esses problemas futuros, pois permite a identificação de sinais de risco e intervenção especifica antes que a dificuldade se instale.

Atualmente, existem recursos que nos permite identificar esses sinais de risco desde 15 dias de vida do bebê.

Acolher os Pais é Fundamental no caso de Pais com Bebês Prematuros.

Também o acolhimento e a escuta dos sentimentos dos pais, para que possam aliviar suas angustias, medos e ansiedades em relação ao filho que podem interferir na forma como vai se construindo a relação pais - filhos, base do desenvolvimento infantil.

Quais as principais dicas para as mães que acabaram de ter um bebê prematuro?

- Manter a maior proximidade possível do seu bebê, buscando conhecê-lo e compreender seus sinais comunicativos

- Buscar apoio emocional na rede de apoio familiar e em profissionais da psicologia, fundamental para auxiliar com medos, angustias e ansiedades naturais nesse momento, mas que podem interferir negativamente na relação com o bebê

- A mãe é aquela mais habilitada a conhecer e compreender as necessidades e sentimentos do bebê, mesmo que o conhecimento científico seja médico. É importante que a mãe confie no que conhece e percebe de seu bebê

- Manter em mente que o papel do pai é fundamental e permitir que este o exerça

- Garantir que o bebê possa ser acompanhado inter disciplinarmente em seu desenvolvimento pode minimizar o cuidado superprotetor muitas vezes desenvolvido a partir do nascimento prematuro, além de garantir que sinais de risco serão identificados e tratados precocemente

Existem alimentos que podem colaborar para que essa criança cresça e tenha um desenvolvimento normal?

A alimentação é fundamental para o desenvolvimento do bebê, e sabemos que o parto prematuro muitas vezes prejudica a amamentação, sendo importante o acompanhamento pediátrico e nutricional desta criança para facilitar seu bom desenvolvimento.

A mãe pode se sentir culpada e fragilizada pelo bebê nascer prematuro? O que dizer para essa mãe?

É muito comum que a mãe se depare com um turbilhão de sentimentos frente ao nascimento prematuro, como a culpa, o medo, ansiedades, angústias que a fragilizam e muitas vezes a deixam a mercê de opiniões de especialistas os quais ela acredita serem mais habilitados para cuidarem de seu bebê do que ela própria. E isso não é verdade.

O papel do especialista é acompanhar o bebê e apoiar os pais, intervindo apenas quando houver necessidade e respeitando a função e o papel que estes pais devem desempenhar.

Quais as Razões para ter um Parto Prematuro ?

O parto prematuro pode acontecer por diversas razões, que escapam ao controle e desejo da mãe e os sentimentos de culpa, angustias e medos muitas vezes paralisam a mãe e dificultam sua relação com o bebê.

Então é importante que ela tenha clareza que o pós-parto por si só já é um momento delicado para a mulher, pode se tornar ainda mais delicado quando a mulher se depara com um nascimento prematuro, diferente daquilo que foi sonhado ao longo da gestação.

Assim sendo, ela precisa considerar que não apenas o bebê que necessita de cuidados, mas também ela, e deve buscar apoio na rede de apoio familiar e buscar programas psicológicos de pós-parto ou acompanhamento psicológico individualizado para auxilia-la com esses sentimentos.

O filho, qdo tiver um pouco mais de idade pode se sentir inferiorizado por ser prematuro?

Há algum dano visível que o torne motivo de chacota na escola, por exemplo, ele pode ser mais baixo ou mais magro que os outros? O que fazer se existir esse bullying?

Em alguns casos, o crescimento do bebê prematuro pode ser mais lento, mas isso não é uma regra. Nos casos mais graves, ele se normaliza até a adolescência. O nascimento prematuro em si não faz com o criança sinta-se inferiorizada.

O que pode impactar na autoestima e na percepção de si e de suas capacidades e habilidade é uma atitude superprotetora por parte dos pais, muitas vezes decorrente das angustias vividas frente ao nascimento prematuro, que pode dificultar o desenvolvimento da criança neste sentido.

Episódios de bullying podem acontecer com qualquer criança e por qualquer razão.

Nesses casos, é importante que os pais entrem em contato com a escola e tracem em conjunto estratégias para combater o bullying. Em alguns casos é importante o acompanhamento psicológico da criança.

6 dicas do que fazer para minimizar ao máximo os danos que podem ocorrer com a criança enquanto ela é ainda um bebê

1 cada criança tem seu tempo de desenvolvimento, mas existe uma faixa de tempo em que as habilidades devem ser adquiridas para não prejudicarem as que estão por vir. Se a mãe está incomodada porque imagina que haja algum atraso no desenvolvimento do bebê, por mais sutil que pareça, deve buscar orientação de profissional especialista no cuidado com bebês

2 Acompanhar o desenvolvimento do bebê junto a equipe interdisciplinar, desde o nascimento, para identificar precocemente eventuais sinais de risco de desenvolvimento

3 Quando necessário realizar alguma intervenção terapêutica, iniciar o mais precocemente possível, para melhor resultado e prognostico

4 Os pais devem se apropriar do seu saber sobre o bebê, para isso, devem buscar profissionais que os ajudem a compreender e conhecer o seu bebê, e a exercer seu papel parental. Os pais são aqueles que mais sabem de seu bebê e devem ser ouvidos pelos profissionais, para melhor resposta de intervenções, e precisam de cuidados e orientações para lidarem com suas emoções e se apropriarem de seu papel e colaborarem positivamente com o desenvolvimento do bebê

5 o bebê prematuro é um bebê, e os pais devem prestar atenção para não agir de forma superprotetora, pois essa conduta muitas vezes priva o bebê de experiências fundamentais para o seu desenvolvimento.

6 É preciso ouvir o que o bebê fala, e aprender a comunicar-se com ele

Como minimizar possíveis sequelas depois dos 2 anos?

O melhor caminho para minimizar sequelas após os dois anos de idade é o acompanhamento interdisciplinar e a intervenção a tempo sempre que necessário

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