No RAMAIN as sessões acontecem exclusivamente em grupo, no qual cria-se uma dinâmica em que o indivíduo é solicitado continuamente, por meio de exercícios previamente preparados, a situar-se diante do novo, de si e dos outros. O esforço necessário a ser empreendido na pesquisa de cada exercício desencadeia a formação de novos circuitos neurais, que se consolidarão, lenta e progressivamente, ao longo do processo terapêutico, criando desta forma os meios do sujeito expressar-se com espontaneidade e criatividade, criando novas maneiras de solucionar seus impasses do cotidiano: afetivo, familiar, educacional, profissional ou social. O objetivo essencial do Método Ramain é desenvolver conjuntamente, de maneira equilibrada e orgânica as principais atitudes do ser humano, notadamente as três principais: inteligência, emotividade e motricidade. Em uma personalidade equilibrada, corretamente estruturada, cada aptidão valoriza as outras e se valoriza pelas outras. A ‘estruturação’ é o objetivo da educação, mas ela também é o meio. Cada função se exerce e contribui para o conhecimento e a ação, sem interferir nos outros nem combatê-los. Cada fator da personalidade, cada elemento motor do ser deve participar no conjunto, no agir. A valorização do conjunto dos fatores dá a espontaneidade criadora” – SimonneRamain e Germain Fajardo Como decorrência do trabalho podemos citar significativa evolução nas seguintes áreas:

• Funcionalidade motora
• Limiar de frustração
• Controle inibitório
• Percepção e comprometimento com a realidade
• Capacidade de planejamento, reflexão e criação de estratégias para resolução de problemas
• Flexibilidade e disponibilidade emocional
• Habilidades relacionais para o trabalho em equipe e para a vida em grupo
• Habilidades que permitem à pessoa expressar com
• Espontaneidade, soluções para suas dificuldades do cotidiano: afetivo, familiar, educacional, profissional e social.

A psicoterapia Ramain é indicada para crianças acima de 5 anos, é uma metodologia de ação evolutiva que foi criada na França, na década de 30, por Simonne Ramain com a colaboração de Germain Fajardo.

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