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A criança permanece na escola um tempo superior ao que permanece em qualquer outra atividade que componha a sua rotina diária.

O professor é, supostamente, a pessoa capaz de perceber e conhecer a criança através de um olhar profissional minucioso, treinado para detectar problemas que interfiram no aprendizado.

Somando-se as duas considerações anteriores poderíamos concluir que o professor seria o profissional mais apto a detectar problemas auditivos nos alunos, como o fazem nos problemas de acuidade visual.

O que a Realidade Mostra ?

A realidade nos mostra, porém, que nem sempre os problemas auditivos são percebidos ou discriminados pelos pais, professores até mesmo médicos de outras áreas.

Dadas as suas interferências na atenção e no desempenho escolar, é importante que os professores tenham noção dos sintomas dos distúrbios auditivos, para que possam detectá-los e fazer os encaminhamentos necessários (médico otorrinolaringologista).

Os problemas na percepção auditiva interferem no desenvolvimento infantil, tanto na aquisição da linguagem oral, como na aquisição da linguagem escrita.

Para que uma criança desenvolva linguagem oral é necessário que os sons da língua materna cheguem adequadamente ao seu sistema nervoso central, o que pressupõe um aparelho auditivo íntegro.

Caso isso não aconteça, a criança fica impedida de receber estímulos adequados de linguagem e terá alterações, no mínimo, de fala. A proporção destas alterações será tanto maior conforme a perda auditiva for mais importante.

Os casos de perdas auditivas severas ou profundas tem sido detectadas com relativa precocidade, porém, as perdas auditivas leves que permitem a recepção da fala, mas com intensidade muito baixa, e as perdas unilaterais, que permitem a recepção da fala através do ouvido bom, tem passado despercebidas em grande parte dos casos, só sendo detectados pela escola devido suas consequências no desempenho escolar.

Alfabetização e a Audição

Especialmente durante o processo de alfabetização, a audição representa um fator fundamental para que se dê adequadamente a transposição dos sons da fala (os fonemas) para os códigos gráficos (os grafemas). Quando a percepção dos sons está alterada, o aluno poderá não operar adequadamente a associação fonema-grafema, apresentando confusões entre sons muito semelhantes auditivamente como os fonemas /f/ e /v/, ou entre /t/ e /d/, por exemplo.

Além disso, quando a voz do professor chega com pouca intensidade, devido ao impedimento auditivo, o aluno apresentará muita dificuldade em realizar um ditado, em compreender histórias ou aulas expositivas e em se concentrar. Esse tipo de aluno é, portanto desatento, disperso, ou apático e frequentemente é atribuído à essa desatenção o seu fracasso escolar.

Em alguns tipos de patologias do ouvido, a perda auditiva se instala discretamente e os únicos indicadores são:

A desatenção, a irritabilidade, a fala em alta ou baixa intensidade, a hiperatividade, o falar pouco, o aumentar a intensidade da fonte sonora (rádio, televisão). Nestes casos o olhar atento do professor é fundamental.

Os problemas de audição em crianças pré-escolares e escolares são mais comuns do que se imagina.

Segundo susan e james jerger (1982), a otite média é mais frequente em crianças de 6 a 24 meses e entre 4 e 6 anos de idade. Aproximadamente 80% dos casos são crianças com menos de 5 anos.

A possibilidade da assessoria de um profissional da área (fonoaudiólogo) assegura:

A prevenção das perdas auditivas com orientação a pais e professores e diminuição dos fatores de risco, a detecção precoce das perdas através da observação comportamental e a minimização de sequelas dos transtornos auditivos com programa de estimulação auditiva adequado.

Maria josé lopes de andrade, fonoaudióloga clínica e escolar da clia psicologia, saúde & educação

 

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