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Os avós influenciam na criação dos filhos? 5 Questões que podem Ajudar!

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Os avós influenciam na criação dos filhos?

Há casos em que as crianças passam boa parte da semana com os avós, por causa do trabalho dos pais – ou até morem todos juntos na mesma casa.

1. Como abordar os avós, sem gerar conflitos, para conversar sobre os limites, não deixando que eles “desautorizem” os pais?

Para abordar os avós sem conflitos os pais precisam estar ocupando o papel de pais, mesmo os filhos passando boa parte da semana com os avós. A partir do momento que os pais ocupam esta posição, os avós poderão ocupar a posição que lhes cabe, que é de avós.

Claro que passar muito tempo junto com a criança implica nos avós serem responsáveis por algumas atividades com as crianças. Porém é preciso que os pais escolham o que ficara a cargo dos avós e conversem com eles se estão de acordo.

Não adianta, por exemplo, deixar o banho a cargo dos avós querendo que seja pela manhã, se eles acham melhor a noite por exemplo.

Uma boa maneira de conversar sobre a importância dos limites das crianças é falar como eles acreditam que deva ser e verificar o que os avós sentem-se capaz de realizar. E mesmo que os avós furem algumas "regras", se a criança tem a figura materna e paterna bem internalizada, isso não será assim tão prejudicial.

Os pais devem lembrar que os avós agora devem viver outra fase com o neto, que não de pai, e eles mesmos deixarem os limites bem definidos com os seus filhos.

E os filhos devem se lembrar que o pai tem sua pp forma de educar, nem sempre condizente com o que é esperado hoje em dia.

2. E como abordar a criança sobre isso? Como orientá-la sobre ela ficar com os parentes?

A criança deve saber que irá ficar na casa do vovô e da vovó e o que os pais esperam dela enquanto estão lá. Quais a regra deve ser seguida e o que pode ser feito.

Deve ficar claro que na ausência dos pais o adulto responsável pela sua segurança é o que está presente e que ela deve obedecer.

3. Como avós e outros parentes podem “estragar” uma criança? Quais os efeitos disso no futuro do filho?

Avós e outros parentes não temo poder de estragar uma criança. A relação deles não é de pai e mãe. O que pode estragar uma criança é os pais não terem conseguido estabelecer regras e limites claros para os filhos em casa, pois ai elas não vão seguir em outros lugares também e não terão uma referência firme do que é esperado dela, e do que é exceção quando estão com outras pessoas com outro padrão de comportamento.

A educação e os limites são dados pelos pais, na família nuclear, dentro de casa. E se sentem que os avós interferem de maneira que está sendo prejudicial ao desenvolvimento da criança, desautorizando os pais e os mesmos não conseguindo retomar esta autoridade, cabe aos pais buscar outra alternativa para os filhos enquanto trabalham.

4. Se os pais notarem esses efeitos negativos no filho, como devem proceder em relação a ele e aos parentes?

Importante explicar a importância para eles e para a criança das regras que eles estabelecem, porém, os outros não são obrigados a seguirem regras que eles mesmos não concordam.

Se este for o caso, cabe aos pais buscarem outras alternativas para o filho, e os mesmos poderem manter com os avós, tios e outros parentes a relação que é esperada, e que é tão gostosa.

5. Mas, claro, há também o caso de os avós (ou tios, primos, etc.) influenciarem positivamente a criança em alguns aspectos. O que a família tem a ganhar com essa relação, tanto do lado da criança quanto do dos parentes?

Um convívio familiar harmonioso é muito mais agradável de, sem dúvida. Porém, contatos com tios, avós, primos, tirando casos patológicos, colaboram para um sentimento de pertencimento da criança, que apropria-se de sua história.

6. Fique à vontade para abordar qualquer aspecto que não tenha sido falado nas perguntas acima, caso ache importante.

O papel dos avos junto aos netos é de gratuidade, de prazer de atenção, carinho e amor. Eles mimam. A responsabilidade de educar é dos pais. E é isso que torna tão especial a relação entre avós e netos.

Deve sempre haver respeito aos critérios e hábitos que os pais estabelecem, mas os avos cederem a alguns caprichos ou desejos dos netos não tira a autoridade paterna ou deturpa o caráter da criança.

Quando as crianças passam muito tempo com os avos para os pais trabalharem, eles assumem temporariamente a responsabilidade dos pais e perde-se o que há de mais gostoso na relação avo-neto.

E os avós ficam numa posição onde precisam colocar limites, sem desautorizar os pais, com desejo de serem avós, muitas vezes cedendo a esta tentação, de agirem como avós, e os netos podem começar a se aproveitar da situação e agirem muitas vezes como tiranos com os avós, causando muito conflito familiar.

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