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SAnto André

Ciência ABA,
não é Método ABA
é Ciência ABA

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Ciência ABA em Santo André

O que é a Ciência ABA ?

A análise do comportamento aplicada, ou ABA (Applied Behavior Analysis, na sigla em inglês), trata-se de uma Ciência usada para a compreensão do comportamento que vem sendo amplamente utilizada no atendimento a pessoas com desenvolvimento atípico, como o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). A ABA deriva do behaviorismo que tem como finalidade o estudo do comportamento por meio científico; isto significa observar, descrever e analisar o comportamento de um indivíduo em interação com o ambiente.

Um dos princípios básicos da ABA consiste na noção de que um comportamento é qualquer ação que pode ser observada e controlada, com uma frequência e duração, e que este comportamento pode ser explicado pela identificação dos antecedentes e de suas consequências. É a identificação das relações entre os eventos ambientais e as ações do organismo. Para estabelecer estas relações devemos especificar a ocasião em que a resposta ocorre, a própria resposta e as consequências desta resposta.

O QUE FAZEMOS EM ABA ?

Sabe-se que os comportamentos de um modo geral são aprendidos, bem como os comportamentos problemas. O analista do comportamento (profissional especialista em ABA) avalia e programa situações de ensino para a criança aprender a emitir comportamentos mais adequados no lugar dos comportamentos problemas. Nesta análise, identifica a função de um determinado comportamento, o por quê de um determinado comportamento ocorrer e intervém de modo a realizar mudanças no ambiente que produzam mudanças no comportamento. De modo que comportamentos adequados aumentem de frequência e comportamentos ditos problemas diminuam

Todo comportamento é passível de aprendizagem e modificação, dadas as condições de um organismo para apresenta-lo. Os objetivos da intervenção são:

1. Trabalhar os déficits, identificando os comportamentos que a criança tem dificuldades ou até inabilidades; que prejudicam sua vida e suas aprendizagens.
2. Diminuir a frequência e intensidade de comportamentos de birra ou indesejáveis, como, por exemplo: agressividade, estereotipias e outros que dificultam o convívio social e aprendizagem deste indivíduo.
3. Promover o desenvolvimento de habilidades sociais, comunicativas, adaptativas, cognitivas, acadêmicas etc.
4. Promover comportamentos socialmente importantes para a inclusão social e pedagógica, melhorando a qualidade de vida do indivíduo e da família.

Como é feita a análise funcional de comportamentos na ABA?

A intervenção é baseada em uma análise funcional, ou seja, análise da função do comportamento determinante, para ensinar comportamentos adequados e importantes para o desenvolvimento do indivíduo e eliminar comportamentos socialmente indesejáveis. Este é um ponto central para a compreensão de qual é o propósito do comportamento problema que a criança apresenta e, com isso, construir a intervenção para modificá-lo. Sendo o comportamento influenciado por suas consequências, é possível manipulá-las para melhor compreender como essa sequência se dá e também modificar os comportamentos das pessoas, programando consequências especiais para essa finalidade.

Como ocorre a Intervenção na ABA

PRIMEIRO PASSO

O primeiro passo para se resolver um comportamento problema é identificar a sua função.

A avaliação comportamental é a fase da descoberta, e visa a identificação e o entendimento de alguns aspectos relativos à criança com autismo e seu ambiente. Alguns dos objetivos da avaliação são:

  • Entender o repertório de comunicação da criança: presença ou não de linguagem funcional, contato visual, atendimento de ordens, entre outros;
  • Como ela se relaciona em seu ambiente: brinquedos preferidos, se apresenta birras frequentes, como reage às pessoas;
  • Qual a função de seus comportamentos;
  • Em que circunstâncias certos problemas ocorrem ou deixam de ocorrer com maior frequência ou intensidade?
  • Quais as consequências fornecidas a esses comportamentos problema?

SEGUNDO PASSO:

Com base nestas informações, o segundo passo é traçar pequenos objetivos a curto prazo, visando à ampliação de habilidades e eliminação de comportamentos inadequados, realizando a manipulação dos antecedentes (estratégias de prevenção). É importante que a modificação de comportamentos desafiadores seja feita gradualmente, sendo a redução da ansiedade e do sofrimento o objetivo principal. Isto é feito pelo estabelecimento de regras claras e consistentes (quando o comportamento não é admitido ou permitido); uma modificação gradativa; identificação de funções subjacentes, tais como ansiedade ou incerteza; modificações ambientais (mudança nas atitudes ou tornar a situação mais previsível) e transformação das obsessões em atividades adaptativas (Bosa, 2006).

Modificando os antecedentes podemos prevenir que o comportamento problema aconteça. Isto é realizado de diferentes maneiras:

  1. Aprendendo a lidar com situações ou pessoas que sirvam como antecedentes para o comportamento problema;
  2. Controlando o ambiente – no decorrer da vida do indivíduo o ambiente modela, cria um repertório comportamental e o mantém; o ambiente ainda estabelece as ocasiões nas quais o comportamento acontece (Windholz, 2002).
  3. Dividindo as tarefas em passos menores e mais toleráveis, o que chamamos de aprendizagem sem erro. Toda a intervenção está baseada na aprendizagem sem erros, ou seja, deixamos de lado o histórico de fracassos e ensinamos a criança a aprender.

A intervenção em aba deve ser prazerosa e motivante

Esta aprendizagem deve ser prazerosa e divertida para a criança, podendo-se usar reforçadores para manter a criança motivada. Um reforço é uma consequência que aumenta a probabilidade de esta resposta acontecer novamente, como por exemplo: brincadeiras, brinquedos e atividades. Quando um comportamento é fortalecido, é mais provável que ele ocorra no futuro.

Além do reforço, também é utilizada a hierarquia de dicas: ao iniciar o ensino de qualquer comportamento, a criança é auxiliada a realizá-lo com a dica necessária, que pode ser verbal (total ou parcial), física, leve, gestual, visual ou auditiva. Planeja-se a retirada dessa dica até que a criança seja capaz de realizar o comportamento de maneira independente.

TERCEIRO PASSO:

O terceiro passo é a elaboração de programas de ensino. Os programas de ensino são individualizados, geralmente ocorrem em situação de “um para um” e envolvem as diversas áreas do desenvolvimento: acadêmica, linguagem, social, verbal, motora, de brincar, pedagógica e atividades de vida diária.

A Ciência ABA e seus procedimentos são constantes e padronizados, o que possibilita que mais de um professor/terapeuta (pessoa que realiza os programas) trabalhe com a criança. Este é um programa intensivo e deve ser feito de 20 a 40 horas por semana. É importante ressaltar que este programa não é aversivo e rejeita qualquer tipo de punição.

A participação dos familiares da criança no programa é de grande contribuição para seu sucesso e assegura a generalização e manutenção de todas as habilidades aprendidas pela criança.

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Por que usar a Ciência ABA ?

Porém, para que que a intervenção seja bem sucedida, é fundamental o cuidado com 3 aspectos primordiais:

1. Qualificação profissional: 

No Brasil ainda não existe a regulamentação para o analista do comportamento. Porém é necessário que o profissional que desenvolva e aplique o programa seja especialista na área e seja supervisionado por um Doutor em Análise do Comportamento que tenha experiência na avaliação e tratamento de indivíduos com necessidades especiais, tais como o TEA, TOD, Síndrome de Down, TDA-H entre outros.

2. A intervenção deve ser intensiva:

É comum, no Brasil, encontrarmos crianças que realizam de 2 a 8 horas semanais de intervenção em ABA. Porém, a literatura científica comprova a eficácia e eficiência desta ciência aplicada entre 20 a 40 horas semanais (incluindo intervenções na escola, clinica e na residência), determinadas a partir da necessidade especifica de cada individuo;

3. Envolvimento dos profissionais, da família e da escola:

A ABA deve ser incorporada ao estilo de vida da família e dos cuidadores da criança, sendo fundamental o trabalho conjunto da equipe terapêutica que atua diretamente com a criança, a família e a escola.

A CLIA Psicologia, Saúde & Educação oferece uma estrutura que atende às considerações acima. Os profissionais especialistas, terapeutas e acompanhantes terapêuticos passam por cursos de formação continuada para garantir a excelência de seu trabalho junto ao paciente.

 

Cada paciente é acolhido e encaminhado para avaliação interdisciplinar e análise funcional do comportamento, por meio de observações na clínica, em casa e na escola. A partir dos dados coletados, a equipe interdisciplinar constrói seu projeto terapêutico e o plano de ensino individualizado, considerando o número de horas de intervenção ideal para seu melhor desenvolvimento.

 

A família recebe treinamento e atendimento domiciliar semanais, além de treinamentos em grupo e orientações individuais mensais o que garante seu envolvimento e capacitação para o manejo dos comportamentos da criança/adolescente. Os supervisores específicos de cada caso também realizam visitas para orientações e treinamentos mensais nas escolas, além de indicarem o acompanhante terapêutico para realizar a mediação escolar da criança, quando necessário.

 

O treinamento intensivo em ABA pode ser realizado por meio de consultoria domiciliar, ou em nossa Oficina Terapêutica Interdisciplinar em Análise do Comportamento Aplicada. Desta forma, garantimos a aplicação efetiva da ABA:

A ABA é a forma de tratamento que apresenta maior número de investigações cientificas e relatos de sucesso no tratamento de crianças e adolescentes com necessidades especiais. Por meio de estratégias fundamentadas cientificamente, a ABA objetiva ensinar comportamentos socialmente relevantes e reduzir comportamentos problemáticos, construir pré-requisitos de atenção e habilidades básicas de aprendizagem visando a aquisição de conhecimentos complexos, a independência e a autonomia.

COMO FUNCIONA A Ciência ABA?

Saiba tudo sobre a Ciência ABA com a Ana Paula
Você que procura a Ciência ABA Santo André ou na Região do ABC, assista este vídeo exclusivo, aonde a Ana Paula, fundadora da Clia Psicologia explica passo a passo o que você vai ter em uma terpia de Psicologia. Asissta agora, caso tenha dúvidas, fale conosco.

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Psicóloga Clínica, Doutoranda em Psicologia da Saúde.

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