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[push h=”70″]Ter uma boa audição é fundamental para aprender a falar. Ainda assim, por vezes, crianças podem desenvolver atrasos de linguagem, mesmo quando escutam bem. A avaliação foniátrica faz o diagnóstico médico diferencial do problema.

A Foniatria é uma especialidade médica, reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina e Associação Médica Brasileira no Brasil desde 1972, sendo atualmente uma área de atuação da Otorrinolaringologia.

O foniatra é o médico especializado nos Distúrbios de Comunicação e Aprendizagem. Portanto, apresenta como principal atuação ser um facilitador e cuidador do desenvolvimento da linguagem, incluindo-se a aprendizagem.

A linguagem não se processa em um único órgão ou sistema, sendo, na verdade, uma síntese da fisiologia humana, em que todo o organismo desenvolve a linguagem, como uma grande unidade funcional, que não pode ficar restrita exclusivamente ao cérebro, audição, laringe ou visão.

A formação do foniatra necessita da visão interdisciplinar, ocupando-se das interfaces entre a otorrinolaringologia, neurologia e psiquiatria, assim como disciplinas das ciências das humanidades: linguística, pedagogia, sociologia, antropologia, artes e demais áreas da saúde, como fonoaudiologia, fisioterapia, psicologia, psicopedagogia, odontologia. Entrelaça-se também com várias especialidades médicas: genética médica, endocrinologia, ortopedia, fisiatria, oftalmologia, clinica médica, pediatria, etc.

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A psicologia do desenvolvimento passa a ter grande importância, incluindo-se teorias pedagógicas sobre como se dá o processamento da aprendizagem, assim também a neurociências e a relação saúde-educação.

Diversas situações clínicas transitam no cotidiano do foniatra:
· transtornos auditivos, incluindo-se as deficiências auditivas e de outros órgãos dos sentidos, assim como as dificuldades no processamento auditivo, dentro de um contexto de processamento das vivências sensoriais e integração da vida dos sentidos;
· transtornos de Atenção e Hiperatividade;
· dificuldades cognitivas/intelectuais, incluindo-se as deficiências;
· transtornos globais do desenvolvimento (ex: Bautismo);
· transtornos de aprendizagem, com os sintomas de dislexia, discalculia, disgrafia e disortografia, entre outros;
· distúrbios respiratórios;
· distúrbios posturais, do equilíbrio e locomotores
· psicopatologias, sociopatias, distúrbios comportamentais, da afetividade e da estruturação psíquica;
· transtornos de excreção (ex:enurese) e do sono;
· distúrbios na fala (disartrias, dispraxias, disfluências/gagueira, dislalias/distúrbios articulatórios e disfonias/rouquidão);
· afasias e sequelas neurológicas;
· atrasos no desenvolvimento da fala / linguagem.

É fundamental que o otorrinolaringologista que atue na área de Foniatria trabalhe em contato com fonoaudiólogos, psicólogos e terapeutas ocupacionais para discussão das questões relacionadas ao paciente e ao tratamento.

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