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Como identificar que meu filho tem problemas fonoaudiológicos?

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Como identificar que meu filho precisa de Um Fonoaudiólogo?

A fonoaudiologia é responsável pela promoção da saúde, prevenção, avaliação e diagnóstico, orientação, terapia (habilitação e reabilitação) e aperfeiçoamento dos aspectos fonoaudiológicos da função auditiva periférica e central, da função vestibular, da linguagem oral e escrita, da voz, da fluência, da articulação da fala e dos sistemas miofuncional, orofacial, cervical e de deglutição.

Através da triagem auditiva neonatal (“teste da orelhinha”) alterações auditivas congênitas já podem ser descartadas ou precocemente acompanhadas.

Mais recente, o “teste na linguinha” tem o objetivo de diagnosticar precocemente alterações do frênulo lingual que podem interferir no sugar, mastigar, engoli e falar.

As alterações fonoaudiológicas podem aparecer isoladas, associadas entre si ou fazerem parte de quadros maiores (deficiência intelectual ou transtorno do espectro autístico, entre outros).

Crianças que tem em sua história alguma intercorrência pré, peri ou pós natal também tem mais chances de desenvolver um problema fonoaudiológico

As alterações mais comumente encontradas são as alterações de fala (comumente conhecidas como trocas), linguagem (criança que demora para falar) e miofuncionais (problemas respiratórios, uso prolongado de chupeta e /ou mamadeira).
Quanto à fala, espera-se que por volta dos 5 anos de idade a criança já produza corretamente todos os sons do Português.

Geralmente o atraso de linguagem é identificado por um vocabulário aquém do esperado para idade.

No desenvolvimento normal, até os 12 meses, o bebê já deve produzir palavras isoladas, depois começa a juntar 2 palavras e frases simples. Entre o 1º. e o 2º. ano há um aumento significativo no vocabulário: de 50 para 300 palavras (aproximadamente, existe uma variação normal) . E quanto à compreensão, excede em muito a expressão.

Outra manifestação que preocupa muito os pais é a gagueira.

Por volta dos 4 anos, é comum a criança apresentar hesitações, pausas e repetição de silabas e/ou palavras ao falar. Se não houver casos de gagueira na família e, principalmente se as pessoas mais próximas sempre derem mais importância ao que está sendo dito do que à forma como a criança está falando, a gagueira fisiológica desaparece com o crescimento e o desenvolvimento.

Algumas dúvidas sobre o desenvolvimento normal da comunicação podem ser esclarecidas no acompanhamento pediátrico.

A escola também contribui de forma muito significativa. Mas o ideal é que, ao menor sinal de dificuldade, um fonoaudiólogo seja procurado.

Pode ser só uma questão de orientação, em alguns casos uma avaliação complementar auxilia bastante e quando o acompanhamento é indicado (após uma avaliação formal dos aspectos que foram citados inicialmente), a intervenção precoce é um fator importante para o bom andamento do tratamento, assim como a participação e o envolvimento dos pais.

Regiane A. Crippa da Clia Psicologia, saúde & Educação

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